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Arquivo de fevereiro, 2010

expressões do machismo e a Lei Maria da Penha

26, fevereiro, 2010

Deputadas da bancada do PT na Câmara manifestaram indignação com a decisão tomada nesta semana pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) que altera a Lei Maria da Penha. Pela decisão, o Ministério Público só pode propor ação penal nos casos de lesões corporais de natureza leve decorrentes de violência doméstica se a vítima fizer uma representação.

A deputada Cida Diogo (PT-RJ) classificou como “um absurdo” a decisão do STJ. “Com isso, acaba a possibilidade de ação penal pública incondicionada, e somente a mulher pode representar à Justiça contra seu agressor. É um absurdo, porque sabemos que milhares de mulheres que enfrentam a violência doméstica em nosso País são intimidadas, ameaçadas e acabam não tendo condição de representar contra o seu agressor à Justiça. Espero que essa decisão do STJ seja revista”, disse Cida Diogo.

Para a deputada Dalva Figueiredo (PT-AP), a decisão do STJ poderá acelerar a tramitação do PL 5297/09, de sua autoria, que propõe alteração no artigo 16 da Lei Maria da Penha. O texto estabelece que a ação penal nos crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher seja pública incondicionada. “Essa proposta vai contribuir para favorecer as mulheres vítimas de violência”, disse Dalva Figueiredo.

“Exigir-se que a mulher vítima de violência doméstica média ou grave, para ver seu agressor punido, tenha que ir a juízo manifestar expressamente esse desejo somente contribui para atrasar ou mesmo inviabilizar a prestação jurisdicional, fragilizando as vítimas e desencorajando-as a processar o agressor”, destaca a deputada Dalva Figueiredo no projeto.

A Terceira Turma do STJ decidiu, por 6 votos a 3, que a mulher vítima de agressão leve deve prestar e manter a queixa contra o marido ou companheiro para que o processo tenha prosseguimento, caso contrário o processo é arquivado. Defensores da Lei Maria da Penha, que entrou em vigor há quatro anos, esperavam que o STJ dispensasse a obrigatoriedade da representação da vítima à Justiça, mas os ministros entenderam que o requisito deveria ser mantido.

www.ptnacamara.org.br

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Abrindo os trabalhos

26, fevereiro, 2010

A gente não sabe direito como vai ser isso aqui.

Agora mesmo estou só fazendo o teste.

O caso é somos uma paulista radicada na Bahia, um baiano radicado no Rio de Janeiro e um carioca, que continua carioca merrrrmo, tentando expressar opiniões que não serão encontradas em outros lugares.

Um pouco inusitados, somos do tipo que falamos de um tudo.  Vai rolar futebol, política e até um pouco de religião se bobear. Sexo, drogas e rock in roll, já que nós 3 debatemos muito isso em nossa não tão longincua juventude

enfim, vamos testando e logo mais saberemos se temos fôlego para pautar mais gente.

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Vamos começar a brincadeira?

18, fevereiro, 2010
  1. Isso aqui já foi uma tentativa de blog coletivo, ou revista eletrônica. Teclados 1;
  2. Já foi também um ensaio de blog pessoal. Teclados 2.

Por provocação de Luciana Mandelli retorna como algo ainda indefinido para publicarmos textos.

Convidei o Olavo Carneiro para postar por aqui.

Vamos conversando e definindo melhor o espaço.

O importante agora é publicar!

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