<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1" ?>
<feed xmlns="http://purl.org/atom/ns#" version="0.3"
	  xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	  xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	  xml:lang="pt">

  <title>Teclados</title>
  <link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php"/>
  <tagline type="text/plain" mode="escaped">Pensamento livre por uma nova sociedade</tagline>
  
  <modified>2006-07-19T20:36:52+00:00</modified>
  <generator version="1.2" url="http://www.dotclear.net/">DotClear</generator>
  
  <sy:updatePeriod>daily</sy:updatePeriod>
  <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
  <sy:updateBase>2006-07-19T20:36:52+00:00</sy:updateBase>
  
<entry xml:lang="pt">
  <title>Quero mais Brasil!</title>
  <link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/07/19/39-quero-mais-brasil" />
  <issued>2006-07-19T20:36:52+00:00</issued>
  <modified>2006-07-19T20:36:52+00:00</modified>
  <id>http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/07/19/39-quero-mais-brasil</id>
  <author><name>Renam Brandão</name></author>
  <dc:subject>Genéricos</dc:subject>
  <summary>Quero sim, por isso não participo deste movimento.

Veja bons motivos: clique aqui...</summary>
  <content type="text/html" mode="escaped"> Quero sim, por isso não participo deste movimento.&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Veja bons motivos: &lt;a href=&quot;http://www.consciencia.net/2006/0604-mais-brasil.html&quot; hreflang=&quot;pt&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;</content>
</entry>
<entry xml:lang="pt">
  <title>Merece divulgar! Em respeito à força do povo!</title>
  <link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/07/19/38-merece-divulgar-em-respeito-a-forca-do-povo" />
  <issued>2006-07-19T20:18:55+00:00</issued>
  <modified>2006-07-19T20:18:55+00:00</modified>
  <id>http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/07/19/38-merece-divulgar-em-respeito-a-forca-do-povo</id>
  <author><name>Renam Brandão</name></author>
  <dc:subject>Política</dc:subject>
  <summary>E umas poesias para reforçar, aqui....</summary>
  <content type="text/html" mode="escaped"> &lt;center&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;350&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/KfTovA3qGCs&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/KfTovA3qGCs&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;350&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
E umas poesias para reforçar, &lt;a href=&quot;http://www.piweb.com.br/tecladosvermelhos/index.php?2005/08/28/23-preparando-uma-mudanca&quot; hreflang=&quot;pt&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/center&gt;</content>
</entry>
<entry xml:lang="pt">
  <title>Racismo e identidade latino-americana - Por Maiara Oliveira*</title>
  <link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/04/14/37-racismo-e-identidade-latino-americana---por-maiara-oliveira" />
  <issued>2006-04-14T00:37:05+00:00</issued>
  <modified>2006-04-14T00:37:05+00:00</modified>
  <id>http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/04/14/37-racismo-e-identidade-latino-americana---por-maiara-oliveira</id>
  <author><name>Renam Brandão</name></author>
  <dc:subject>Política</dc:subject>
  <summary>A participação em um programa de intercâmbio, com o objetivo de fazer uma troca de experiências culturais e interdisciplinares sobre relações raciais e desigualdade social entre universidades brasileiras e universidades norte-americanas, possibilitou estar por um curto período em solo norte-americano.

O Brasil e os EUA são sociedades com contextos políticos bastante distintos (periferia capitalista versus a "nova Roma americana"), com índices sociais demasiadamente desiguais, sociedades que historicamente adotaram caminhos diferenciados na consolidação de suas instituições democráticas, mas que entretanto apresentam, mesmo que em graus diferenciados, desigualdades sociais e as opressões de classe, raça e gênero - uma similaridade que o próprio sistema capitalista as impõe.</summary>
  <content type="text/html" mode="escaped">&lt;p&gt;A participação em um programa de intercâmbio, com o objetivo de fazer uma troca de experiências culturais e interdisciplinares sobre relações raciais e desigualdade social entre universidades brasileiras e universidades norte-americanas, possibilitou estar por um curto período em solo norte-americano.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Brasil e os EUA são sociedades com contextos políticos bastante distintos (periferia capitalista versus a &quot;nova Roma americana&quot;), com índices sociais demasiadamente desiguais, sociedades que historicamente adotaram caminhos diferenciados na consolidação de suas instituições democráticas, mas que entretanto apresentam, mesmo que em graus diferenciados, desigualdades sociais e as opressões de classe, raça e gênero - uma similaridade que o próprio sistema capitalista as impõe.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Apesar de possuir uma trajetória marcada por uma série de lutas contra o racismo, com um histórico inclusive muito mais avançado do ponto de vista da garantia de direitos sociais para a população negra, a sociedade norte-americana ainda está longe de ser um paraíso racial.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por exemplo, em relação a sua composição étnica, as universidades norte-americanas também enfrentam um apartheid racial. As universidades negras que foram cridas em um contexto importante de consolidação dos direitos cívis dos negros nos EUA, e se consolidaram como uma política afirmativa importante para inclusão de uma parcela singnificativa da população, com este perfil racial passam hoje por situações financeiras bem mais delicadas que o conjunto das outras universidades, isso devido às dificuldades que elas possuem em receber incentivos governamentais, o que revela as marcas do racismo institucional norte-americano.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sobre a estruturação e organização do ensino, as universidades norte-americanas em sua grande maioria não se constituem como espaços de reflexão e de elaboração críticas sobre a sociedade. Ao contrário, são centros formadores de excelentes profissionais para o mercado de trabalho, porém produzem um conhecimento extremamente fragmentado, incapaz de ter uma visão do todo. Isto torna o papel que desempenham junto a outras instituições e indivíduos, no que diz respeito à intervenção social, quase insignificante.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Precisamos combater este modelo e evitar que ele possa se consolidar nas instituições de ensino brasileiras, assegurando que a produção do conhecimento esteja a serviço da melhoria da vida do povo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A participação da sociedade nos processos políticos é bastante reduzida no EUA. A grade maioria dos cidadãos não participa dos processos eleitorais e os índices de participação são mais reduzidos ainda no caso da juventude e dos negros. A cultura juvenil norte-americana não agrega elementos como a participação de organizações coletivas. As irmandades ou fraternidades de jovens representam a grande maioria das organizações juvenis existentes. Estas organização geralmente se constituem como verdadeiros clubes de amigos, sem qualquer tipo de intervenção ou participação na vida política do país.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em relação à condição diferenciada dos grupos raciais, é significante ressaltar que a população latina que vive nos Estados Unidos é tratada como um grupo racial diferenciado dos negros e brancos americanos. Colombianos, cubanos, argentinos, mexicanos, dominicanos, chilenos, bolivianos, são muitos e das mais diversas partes da América Latina. Eles são a mão-de-obra mais barata no mercado de trabalho e encontram-se sob muitos aspectos em condições muito mais desfavoráveis que a população negra.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Pode parecer contraditório, mas é possível viver nos Estados Unidos e conhecer de perto a cultura latina. Existem bares, vendas, cafés e até bairros inteiros onde as pessoas falam apenas espanhol, onde as músicas tocadas variam entre o merengue, salsa ou cumbia, e onde as datas da independência de cada país latino-americano são comemoradas com festas de rua.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Esta experiência trouxe-me a problemática de que o Brasil compartilha pouco dessa cultura e que precisa resgatar a sua identidade latino-americana. A busca e consolidação de uma identidade comum poderiam ajudar os países latino-americanos a fazer frente contra as opressões sociais e culturais geradas pela globalização e os grandes impérios capitalistas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A tese do grande revolucionário cubano José Martí era de que nenhum povo pode enfrentar as suas dificuldades se não estiver enraizado na sua história, na memória de seus antepassados.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Brasil precisa conhecer o Brasil. Reconhecer suas raízes indígenas e negras, valorizar sua história e cultura popular, resgatar o seu sentimento de pertencimento a grande nação latino-americana. Só assim, através do reconhecimento de sua identidade, o nosso país poderá fazer frente às injustiças e opressões que afligem o seu povo e compreender plenamente sua importância geopolítica para o conjunto das América Latina.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os países latinos possuem uma trajetória comum de lutas pela sua independência frente aos seus primeiros colonizadores. Não podemos permitir sermos recolonizados pelos novos impérios modernos criados pelo capitalismo. Precisamos, baseados em nossa identidade aguerrida, consolidar a autônomia e independência de nossas nações latino-americanas, construindo coletivamente as contra-molas de resistência ao Neoliberalismo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;* Maiara Oliveira, diretora de Combate ao Racismo da União Nacional dos Estudantes.&lt;/p&gt;</content>
</entry>
<entry xml:lang="pt">
  <title>Tributo aos meus amigos</title>
  <link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/04/07/36-tributo-aos-meus-amigos" />
  <issued>2006-04-07T22:41:09+00:00</issued>
  <modified>2006-04-07T22:41:09+00:00</modified>
  <id>http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/04/07/36-tributo-aos-meus-amigos</id>
  <author><name>Juliana Barretto</name></author>
  <dc:subject>Genéricos</dc:subject>
  <summary>Tantos acontecimentos em minha vida, um turbilhão de alegrias, uma felicidade sem limites, o sorriso transbordando a eternidade, e a razão disso tudo resumida em uma única palavra: amigos.
</summary>
  <content type="text/html" mode="escaped">Tantos acontecimentos em minha vida, um turbilhão de alegrias, uma felicidade sem limites, o sorriso transbordando a eternidade, e a razão disso tudo resumida em uma única palavra: amigos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt; (Uma benção à vida por constantemente está me presenteando com a felicidade dos antigos e a chegada dos novos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
talvez seja esse o sentido mais puro e casto do amor, descortinado da maneira mais euforicamente singela possível – se é que me entendem, hihihi.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Faço um retrospecto da minha infância, passo pela adolescência, chego à minha juventude (e eu que ouse sair dela!), e percebo que, de fato, meus amigos são a minha base, meu sustentáculo, aqueles que realmente me empurram para a vida.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Sim, não posso negar que já sofri decepções (algumas poucas, verdade), que jamais me queimei de ciúmes ou que perdas nunca existiram. Tampouco poderia me furtar a dizer que – escondida no meu cantinho – já chorei de saudade, assim como me enalteço de êxtase por um telefonema ou mensagem de um amigo distante (distante só aos olhos), pelos beijos e abraços dos presentes e por constantes e eternas declarações de amor.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Se não estão comigo, posso senti-los velando por mim, acalentando meu sono, desejando o meu melhor, brigando quando “tropeço” e, ainda que inconscientemente, curando a minha dor. E, quando assim não é, me ligam, mandam mensagens, scraps, e-mails, estão presentes do meu lado, me fazem companhia e... Sem saber, tornam a minha existência cada vez mais leve, os meus dias cada vez mais tranqüilos, o meu ser cada vez mais forte e imbatível e, por fim, a minha alma cada vez mais agradecida.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	É inexplicável o conjunto de sensações... Aquela alegria que ultrapassa as barreiras do inatingível, que é tão poderosa e onipotente a ponto de nos amedrontar. Medo oriundo de uma insegurança que nos leva a pensar que todo esse sentimento é tão bom e perfeito para ser excessivamente real, que pode se esvair a qualquer tempo. Porém, não se esvai!!! Porque, além de perfeito, é íntegro, honesto e verdadeiro – e isso já pude constatar na prática.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Aos 28 anos e ainda - e sempre - aprendendo a viver, já aprendi que sem meus amigos sou apenas um corpo passante, caminhando pela existência sem dela usufruir. Por isso, venho aqui agradecer por vocês, meus amigos, terem se mostrado a mim, por estarem tão intrinsecamente ligados às minhas funções vitais e me oportunizarem o usufruto desse sentimento que faz com que eu – embora imbuída de sonhos, metas e desejos ainda em fase de realização – me sinta plenamente realizada e puramente feliz.</content>
</entry>
<entry xml:lang="pt">
  <title>Preconceito</title>
  <link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/03/21/34-preconceito" />
  <issued>2006-03-21T01:59:24+00:00</issued>
  <modified>2006-03-21T01:59:24+00:00</modified>
  <id>http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/03/21/34-preconceito</id>
  <author><name>Juliana Barretto</name></author>
  <dc:subject>Genéricos</dc:subject>
  <summary>Enquanto não me vem inspiração para terminar meu artigo sobre o preconceito acerca do homossexualismo, um pouco da época em que me atrevia a escrever poesia:</summary>
  <content type="text/html" mode="escaped">&lt;p&gt;Enquanto não me vem inspiração para terminar meu artigo sobre o preconceito acerca do homossexualismo, um pouco da época em que me atrevia a escrever poesia:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Preconceito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p&gt;Cor, crenças ou religiões&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Causas que não justificam&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Os preconceitos em escalões&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;- morbidez daqueles que o praticam&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p&gt;O homem é um predador&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Sendo a presa o próprio homem&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Purga a pus do seu desamor&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Em outros que a consomem
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p&gt;Não entendo a intolerância&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Se é tudo tão normal!!!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Por que tamanha ganância&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;De sentir-se ser o maioral?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;




&lt;p&gt;A mistura é pujante&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;É o que torna o mundo atrativo&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;O que nos faz seguir adiante&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Tendo certeza de que não será cansativo&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;A aversão a essa mistura&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;É a conseqüência do que nem tem motivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;




&lt;p&gt;Salvador, outubro de 1994&lt;/p&gt;</content>
</entry>
<entry xml:lang="pt">
  <title>Anywhere - Em qualquer lugar!!!</title>
  <link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/02/23/33-anywhere---em-qualquer-lugar" />
  <issued>2006-02-23T08:38:58+00:00</issued>
  <modified>2006-02-23T08:38:58+00:00</modified>
  <id>http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/02/23/33-anywhere---em-qualquer-lugar</id>
  <author><name>Renam Brandão</name></author>
  <dc:subject>Software Livre</dc:subject>
  <summary>Em breve teremos nosso desktop em todo lugar.

Com as perspectivas de uma web cada vez mais útil, com serviços e aplicações cada vez mais poderosos, teremos também a possibilidade de experimentar um...</summary>
  <content type="text/html" mode="escaped"> &lt;p&gt;Em breve teremos nosso desktop em todo lugar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com as perspectivas de uma web cada vez mais útil, com serviços e aplicações cada vez mais poderosos, teremos também a possibilidade de experimentar um &lt;em&gt;anywhere&lt;/em&gt; diferente...&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Imagine você acessando seu desktop personalizado, com seus softwares e arquivos, em qualquer lugar, de qualquer computador. Isso não vai demorar para acontecer. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ambiente &lt;a href=&quot;http://www.x-desktop.org/&quot; hreflang=&quot;en&quot;&gt;x-desktop&lt;/a&gt; é uma das ferramentas. Vejam &lt;a href=&quot;http://www.lartob.de/x-desktop.org/releases/r1/index.html&quot; hreflang=&quot;en&quot;&gt;uma&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.lartob.de/x-desktop.org/releases/none/index.html&quot; hreflang=&quot;en&quot;&gt;outra&lt;/a&gt; possibilidade.
Descobri ele testando o &lt;a href=&quot;http://www.egroupware.org/&quot; hreflang=&quot;en&quot;&gt;eGroupware&lt;/a&gt; que também é ótimo projeto.&lt;/p&gt;</content>
</entry>
<entry xml:lang="pt">
  <title>Carta do Embaixador da Venezuela ao editor da Veja</title>
  <link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/02/14/32-carta-do-embaixador-da-venezuela-ao-editor-da-veja" />
  <issued>2006-02-14T01:54:07+00:00</issued>
  <modified>2006-02-14T01:54:07+00:00</modified>
  <id>http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/02/14/32-carta-do-embaixador-da-venezuela-ao-editor-da-veja</id>
  <author><name>Renam Brandão</name></author>
  <dc:subject>Política</dc:subject>
  <summary>Não resisti. Realmente vale ler. Julio García Montoya, embaixador da Venezuela, escreve ao Roberto Civita, editor da Veja, e diz um conjunto de duras palavras.
[...]seus colunistas se dedicam à tarefa de impor a verdade da mídia. Nisto, tenho certeza, seriam a inveja do mesmo Joseph Goebbels.[...]</summary>
  <content type="text/html" mode="escaped">Não resisti. Realmente vale ler. Julio García Montoya, embaixador da Venezuela, escreve ao Roberto Civita, editor da Veja, e diz um conjunto de duras palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;q&gt;[...]seus colunistas se dedicam à tarefa de impor a verdade da mídia. Nisto, tenho certeza, seriam a inveja do mesmo Joseph Goebbels.[...]&lt;/q&gt;&lt;/em&gt; &lt;blockquote&gt;EMBAJADA DE LA REPÚBLICA BOLIVARIANA DE VENEZUELA&lt;br /&gt;

EN LA REPÚBLICA FEDERATIVA DEL BRASIL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;

Carta a Veja a propósito do Carnaval&lt;br /&gt;
Brasília, 06 de fevereiro de 2006
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Sr. Roberto Civita
&lt;br /&gt;
Editor
&lt;br /&gt;
Revista VEJA
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Senhor Civita, permita-me iniciar esta carta com o reconhecimento à tenacidade com que seus colunistas se dedicam à tarefa de impor a verdade da mídia. Nisto, tenho certeza, seriam a inveja do mesmo Joseph Goebbels. Não obstante, permita-me também lhe aconselhar que diminua o esforço para o bem da saúde mental de seus escreventes, uma vez que o mundo que lê VEJA está convencido de sua ária pureza jornalística, de que vocês, dentro do mais tradicional esquema de jornalismo conservador – tanto na técnica como no conteúdo - se sentem donos da verdade. Já sabemos, senhor Civita, que dentro de VEJA transita o dogma e a fortaleza própria do invulnerável, que qualquer coisa que esteja fora de sua linha ou do seu âmbito ideológico é errada, que vocês estão convencidos - e são capazes de morrer por isso - de que nada diferente do que escrevem pode existir fora de suas linhas.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
É óbvio, senhor Civita, que VEJA é mais que uma simples revista. VEJA é um templo sem sacerdotes, ali só há deuses, pois somente os deuses geram verdades inquestionáveis. Esta condição divina é notória, por exemplo, nas fotografias que acompanham as colunas. Veja o senhor, repare bem, na postura esnobe de Tales Alvarenga, ou no olhar onipotente de Diogo Mainardi. Coitado de quem entrar no âmbito de sua ira! Será condenado para sempre ao inferno!
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Ou não é verdade que somente eles conhecem aquilo que adoece o mundo e são capazes de condená-lo?
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
É, senhor Civita, também sabemos. Sabemos que a Veja condena sem julgar, porque a verdade da mídia não requer trâmites desta índole, nem está aí para isso, não é? Digo, para julgar, porque o jornalismo – segundo ensina a filosofia da comunicação e todos os códigos da ética - não está projetado para ser juiz, senão para se dedicar à tarefa de mostrar os diversos ângulos da realidade que é apresentada ao mundo e deixar que sejam outros os que julguem.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Mesmo assim, devo confessar-lhe que também não acredito muito nisto e que estou mais próximo de admirar um jornalismo menos frio e objetivo, a um jornalismo que não transforme os fatos humanos em simples coisas de tipografia, tinta e papel. Devo confessar-lhe que, igualmente a no meu país, prefiro um jornalismo mais combativo, distante dessa ficção que denominam “objetividade jornalística” e próximo àquela pro atividade ética que já indicava John Dos Passos na sua novela Paralelo 42 – que acredito que o senhor tenha lido alguma vez -: “o anelo de todo jornalista era desentranhar o significado exato de toda mudança operada na realidade”.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Vê, senhor Civita, Dos Passos escreve “o significado exato”, nós nos perguntamos de imediato de que se trata isso? E ficaríamos órfãos de entendimento a respeito se não tivéssemos a capacidade de relacioná-lo com essa maravilhosa palavra que é “desentranhar”, que significa, dentre outras cosas, averiguar, penetrar o mais difícil e escondido de uma matéria.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Cobra uma melhor e mais digna dimensão profissional e ética com isto a tarefa jornalística, não é assim, senhor Civita? Veja, o jornalista é uma pessoa que se submerge na realidade dos fatos, esquadrinha as suas entranhas, examina os detalhes, se desliza com sigilo entre as aristas, observa atento seus diversos ângulos e os traz todos até a superfície, para dar a oportunidade de que qualquer um que passe perto de suas bordas possa senti-las e armá-las como uma realidade mais ou menos objetiva, mas principalmente humana.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
E eis aqui um dos significados da palavra “desentranhar” de que mais gosto, aquele que a apresenta como um ato voluntário de desapropriação. Nada mais humano do que desapropriar-se de tudo que se tem e se conhece para entregar ao outro com a vontade ética, social e humana que possa ajudá-lo a compreender.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Lástima, senhor Civita, mas não vejo isto no olhar dos seus colunistas, pelo menos nesse que mostram as fotografias que acompanham suas colunas.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
O que é bem certo é que VEJA também não crê nem pratica o contra-sentido da objetividade jornalística. O terrível é que também não responde a isto com sentido ético, porque para VEJA o mundo adoece de um mal universal: tudo o que é sensivelmente humano fede.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
É por isso que entendemos esse afã por listar nomes que, repito, desde sua ária pureza jornalística, são indesejáveis, imprescindíveis, tolos, tiranos e vagabundos que devem ser exterminados para o bem do mundo que VEJA representa, um mundo uníssono, que avança na direção de um cenário globalizado de conseqüências únicas, perfeitas e sem objeção, onde uma nova religião começa a concretizar-se com rezas e acordos de compra e venda. É por isso que para vocês nosso presidente Hugo Chávez leva uma lista longa de qualificativos indesejáveis, como tirano, ditador, assassino, populista, palhaço, louco, etc, e Bush, George W. Bush, o mesmo da guerra no Iraque, é apenas um homem preocupado pela harmonia e a paz do mundo.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Pois bem, senhor Civita, nesta nova carta que agora lhe envio – e que sei que não será publicada na Veja -, além de expressar-lhe os sentimentos acima descritos quero também aproveitar para fechar com duas coisas importantes.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A primeira é a formulação de uma queixa oficial contra sua empregada Daniela Pinheiro, quem entre a grande quantidade de mentiras que escreve no seu artigo “Com dinheiro do povo”, edição N° 1941 de 01 de fevereiro de 2006, assegura que “o embaixador da Venezuela admitiu na semana passada que é possível que Chávez assista ao desfile da Marquês de Sapucaí”, quando na realidade o que foi dito foi que era pouco provável que o presidente assistisse – mas é claro, tudo vale quando se trata de jornalistas que não se apegam à objetividade, mas sim à interpretação jornalística pouco desapropriada de interesses… serão econômicos ou ideológicos? - pode o senhor sanar esta dúvida, senhor Civita?
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A segunda é uma simples recomendação, e a inicio com uma pergunta: ouviu o senhor alguma vez Alfredo Bryce Echenique quando se refere à posição humana do homem diante da vida e da realidade? Repare, ele disse a respeito, que “na vida, a única objetividade possível é a subjetividade bem intencionada”. Nós cremos no mesmo do jornalismo, cremos que este é o sentido exato que deve praticar-se nesta profissão frente a esse contra-sentido da objetividade a secas. Por quê? Simples. Porque o jornalismo não é um templo de deuses, mas uma praça de vizinhança.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Julio García Montoya&lt;br /&gt;
Embaixador&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.embvenezuela.org.br/&quot;&gt;Embaixada da Venezuela no Brasil&lt;/a&gt; - &lt;a href=&quot;http://www.embvenezuela.org.br/boletim/boletim2b.php?p_id_boletim=496&quot; hreflang=&quot;pt&quot;&gt;LINK&lt;/a&gt;</content>
</entry>
<entry xml:lang="pt">
  <title>Site brasileiro para o combate ao SPAM</title>
  <link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/02/14/31-site-brasileiro-para-o-combate-ao-spam" />
  <issued>2006-02-14T00:51:30+00:00</issued>
  <modified>2006-02-14T00:51:30+00:00</modified>
  <id>http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/02/14/31-site-brasileiro-para-o-combate-ao-spam</id>
  <author><name>Renam Brandão</name></author>
  <dc:subject>Genéricos</dc:subject>
  <summary>http://www.antispam.br/

Dividido em duas áreas distintas, uma para usuários e outra específica para administradores de redes, o site constitui uma fonte de referência sobre o combate ao spam, suas...</summary>
  <content type="text/html" mode="escaped"> &lt;a href=&quot;http://www.antispam.br/&quot; hreflang=&quot;pt&quot;&gt;http://www.antispam.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;

&lt;blockquote&gt;Dividido em duas áreas distintas, uma para usuários e outra específica para administradores de redes, o site constitui uma fonte de referência sobre o combate ao spam, suas implicações e formas de prevenção.&lt;/blockquote&gt; Direto do &lt;a href=&quot;http://pe360graus.globo.com/noticias360/matLer.asp?newsId=45202&quot; hreflang=&quot;pt&quot;&gt;pe360graus&lt;/a&gt;</content>
</entry>
<entry xml:lang="pt">
  <title>Creative Commons</title>
  <link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/02/12/30-creative-commons" />
  <issued>2006-02-12T20:43:33+00:00</issued>
  <modified>2006-02-12T20:43:33+00:00</modified>
  <id>http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/02/12/30-creative-commons</id>
  <author><name>Renam Brandão</name></author>
  <dc:subject>Genéricos</dc:subject>
  <summary>O que é isso??? Não vou escrever muito, hoje não. Apenas colocarei alguns links relacionados ao tema:


Bem, não ia escrever. Durante a pesquisa de links encontrei uma entrevista (também abaixo) do...</summary>
  <content type="text/html" mode="escaped"> O que é isso??? &lt;del&gt;Não vou escrever muito, hoje não. Apenas colocarei alguns links relacionados ao tema:&lt;/del&gt;
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

Bem, não ia escrever. Durante a pesquisa de links encontrei uma &lt;a href=&quot;http://web.archive.org/web/20061105154318/http://www.linuxdailylog.com/2006/02/linuxp2p-entrevista-richard-stallman.html&quot; hreflang=&quot;pt&quot;&gt;entrevista&lt;/a&gt; (também abaixo) do &lt;a href=&quot;http://stallman.org/&quot; hreflang=&quot;en&quot;&gt;Richard Matthew Stallman&lt;/a&gt;, que é uma figura super respeitável, questionando algumas coisas do creative commons. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho importante a ressalva que ele faz, mas, por enquanto considero que a adoção de uma licença creative commons que permita a livre distribuição deve ser encorajada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

Portanto, vamos aos nossos links e vídeos, afinal, mesmo com os problemas apontados pelo Stallman, a Creative Commons possui um trabalho de divulgação interessante e didático:&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;
&lt;p&gt;Conheça o Creative Commons:
&lt;br /&gt;
&lt;iframe title=&quot;YouTube video player&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;390&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/izSOrOmxRgE&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
E o que aconteceu pouco tempo depois que a ideia foi lançada? Conheça alguns exemplos:
&lt;br /&gt;
&lt;iframe title=&quot;YouTube video player&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;390&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/tiCy6ps7jOE&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Sobre o Creative Commons no Brasil:
&lt;br /&gt;
&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/McuHTEfII5c?hl=pt&amp;fs=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/McuHTEfII5c?hl=pt&amp;fs=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
Ainda não entendeu? O Nerdson desenha para você:&lt;a href=&quot;http://nerdson.com/blog/criativos-comuns/&quot; hreflang=&quot;pt&quot;&gt;http://nerdson.com/blog/criativos-comuns/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;http://nerdson.com/images/nerdson2/nerdson216.png&quot; alt=&quot;creative commons&quot; /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/center&gt;

&lt;p&gt;PAbaixo links interessantes e a entrevista do Stallman.&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
 &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://creativecommons.org/&quot; hreflang=&quot;en&quot;&gt;http://creativecommons.org/&lt;/a&gt; Site oficial (em inglês)&lt;/li&gt;
 &lt;li&gt;Na wikipedia em &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Creative_Commons&quot; hreflang=&quot;en&quot;&gt;inglês&lt;/a&gt; e em &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Creative_Commons&quot; hreflang=&quot;pt&quot;&gt;português&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
 &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.creativecommons.org.br/&quot; hreflang=&quot;pt&quot;&gt;Creative Commons BR&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
 &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.direitorio.fgv.br/cts/projetos.html&quot; hreflang=&quot;pt&quot;&gt;Direito FGV&lt;/a&gt; (centro brasileiro de produção jurídica sobre o tema)&lt;/li&gt;
 &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mingaudigital.com.br/rubrique.php3?id_rubrique=265&quot; hreflang=&quot;pt&quot;&gt;http://www.mingaudigital.com.br/rubrique.php3?id_rubrique=265&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
 &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://mirrors.creativecommons.org/getcreative/br/&quot; hreflang=&quot;pt&quot;&gt;http://mirrors.creativecommons.org/getcreative/br/&lt;/a&gt;(animação)&lt;/li&gt;
 &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://mirrors.creativecommons.org/reticulum_rex/br/&quot; hreflang=&quot;pt&quot;&gt;http://mirrors.creativecommons.org/reticulum_rex/br/&lt;/a&gt;(animação)&lt;/li&gt;
 &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.archive.org/movies/details-db.php?collection=opensource_movies&amp;collectionid=CreativeCommonsCreativeCommonsBrasil&quot; hreflang=&quot;en&quot;&gt;Lançamento da Creative Commons no Brasil&lt;/a&gt;(video)&lt;/li&gt;
 &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.archive.org/details/prelinger&quot; hreflang=&quot;en&quot;&gt;Site com conteúdo em video licenciado CC&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;strong&gt;Lembrem-se: tudo produzido para este sítio está licenciado conforme o &lt;a href=&quot;http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/br/&quot; hreflang=&quot;pt&quot;&gt;link ao final da página&lt;/a&gt; indica!&lt;/strong&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;LinuxP2P entrevista Richard Stallman&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
7 de Fevereiro de 2006&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A entrevista a seguir foi publicada no site LinuxP2P, sob licença GNU FDL. A tradução desta entrevista é disponibilizada sob a mesma licença.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Richard Matthew Stallman é o criador do movimento Software Livre, o fundador do projeto GNU e da Free Software Foundation. Ele escreveu diversos programas usados em praticamente todas as distribuições GNU/Linux, como o compilador C GNU, o editor GNU Emacs e o GNU Debugger, entre outros. Ele escreveu a [licença] GNU GPL e está, atualmente, participando da criação da versão 3 da GPL. Ele também batizou [o padrão] POSIX, o termo que é usado para definir a maior parte do sistemas operacionais UNIX-like atualmente. Nós perguntamos a respeito de suas opiniões sobre compartilhamento de arquivos, DRM e outros assuntos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;LinuxP2P:&lt;/strong&gt; Qual é a sua opinião sobre o compartilhamento de arquivos ponto-a-ponto? É uma coisa positiva ou negativa, e por que?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;RMS:&lt;/strong&gt; As pessoas têm o direito de compartilhar cópias de trabalhos publicados; programas P2P são simplesmente meios de tornar isso mais útil, e isso é uma coisa boa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;LinuxP2P:&lt;/strong&gt; As indústrias de música e cinema alegam que os usuários de P2P violam sua propriedade intelectual. Na sua opinião, isto é correto, ou os usuários estão exercitando o uso justo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;RMS:&lt;/strong&gt; A razão pela qual eles usam o termo “propriedade intelectual” é porque ele engana e confunde. Se eles dissessem “violam seus copyrights”, eles estariam emitindo uma declaração clara e significativa. Mas quando eles dizem “propriedade intelectual” ao invés de “copyright”, misturam a lei de copyright com uma dúzia de outras leis. É impossível dizer alguma coisa clara sobre um assunto tão confuso. &lt;br /&gt;
Qualquer um que use o termo “propriedade intelectual” ou está tentando confundir o público, ou está ele mesmo confuso. Aqueles que encorajam o pensamento claro fazem melhor evitando-o. (Veja http://www.gnu.org/philosophy/not-ipr.xhtml para maiores explicações.)&lt;br /&gt;
Vamos imaginar que eles tentaram ser claros, e disseram que estas pessoas estão violando seus copyrights. Se isso é verdade, eu sou a pessoa errada para confirmar - não sou advogado. O que eu posso dizer é que eu acho que esta questão é irrelevante para o aspecto ético da questão. Se a lei de copyright proibe as pessoas de compartilharem, a lei de copyright está errada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;LinuxP2P:&lt;/strong&gt; Qual a sua opinião sobre o DRM? Ele é bom ou ruim, e por que?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;RMS:&lt;/strong&gt; O Digital Restrictions Management significa restrigir, através de tecnologia, o uso público de trabalhos publicados. Isso é fundamentalmente injusto.
Eu rejeito todo DRM. Eu assinei um compromisso de não comprar CDs falsos que carregam DRM - http://www.pledgebank.com/boycottdrm. O anfitrião de uma palestra certa vez me deu um CD falso, e eu disse “Aqui está a face do inimigo - por favor, devolva isso para a loja”.&lt;br /&gt;
Eu também nunca comprei um DVD criptografado, e nunca vou comprar um, a menos que algum dia eu viva em um país onde o DeCSS é legal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;LinuxP2P:&lt;/strong&gt; Agora que nós temos o iTunes, o Rhapsody e o Napster, etc. disponibilizando um ponto de acesso à música digital, existe uma necessidade real para o compartilhamento de arquivos via P2P continuar existindo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;RMS:&lt;/strong&gt; Esta pergunta é um absurdo - é como dizer “Agora que temos a Fox News, existe realmente a necessidade de se postar em blogs?” &lt;br /&gt;
Corrija-me se eu estiver errado, mas eu entendo que o Rhapsody e o Napster são travados por DRM. As pessoas não deviam fazer negócios com eles. &lt;br /&gt;
O iTunes é um caso peculiar: ele permite que você grave a música em um CD de áudio genuíno. Por esta razão, este é um DIM (Digital Inconvenience Management [Gerenciamento de Incoveniente Digital]) ao invés de um DRM, e eu acho que isto torna o iTunes eticamente aceitável - neste aspecto, ao menos.&lt;br /&gt;
Entretanto, a Apple diz que se reserva o direito de mudar as regras em relação a você a qualquer tempo. Assim sendo, você deveria sistematicamente gravar toda a música que você obtém com o iTunes em um CD genuíno de áudio, como uma forma de backup - e não espere muito para começar a fazer backup de suas músicas! Se você esperar até que você queira uma certa peça em um CD, você poderá ser capaz de gravar o CD. &lt;br /&gt;
Em todo o caso, o iTunes distribui apenas música. Até onde sei, a única forma de conseguir uma versão não-digitalmente-restrita de um filme é através de uma rede P2P.&lt;br /&gt;
Um problema maior com o iTunes é que ele distribui em formato MP3. Nós precisamos nos afastar deste formato porque ele é patenteado. O software livre que costumava ser usado para codificar MP3 foi jogado no submundo por ameaça de ações legais.&lt;br /&gt;
A comunidade de software livre desenvolveu outro formato de áudio chamado Ogg Vorbis que é superior em qualidade de som e não-patenteado. Você ajudar a tomar o poder dos detentores de patentes usando o formato Ogg Vorbis para os arquivos de áudio que você cria, e preferindo este formato para os arquivos que você ouve.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Linux P2P:&lt;/strong&gt; Em que direções você diria que o P2P precisa se desenvolver antes de ser aceito pelos produtores de conteúdo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;RMS:&lt;/strong&gt; Quando os editores descrevem os trabalhos que eles publicam como “conteúdo”, com efeito referindo-se a estes trabalhos como meros arquivos, eles estão, ironicamente, mostrando quão pouco eles valorizam e apreciam estes trabalhos como produto do intelecto [humano].&lt;br /&gt;
Eu não desejo desvalorizar os trabalhos autorais, então eu evito referir-me a eles como “conteúdo”. Eu também evito me referir a escritores e músicos como “produtores”, porque eu não desejo tratar música e escritos como “produtos” (que implicam um limitado ponto-de-vista econômico).&lt;br /&gt;
Muitos escritores e músicos estão felizes com o compartilhamento via P2P. Muitos outros, perseguindo o sonho irreal de ficar rico através da publicação comercial, não gostam disso. Eu não vejo como novos desenvolvimentos nos softwares de P2P sejam capazes de iluminar essas pessoas a respeito do seu sonho de riqueza, e eu tendo a achar que isto tem que ser feito através de uma mudança cultural.&lt;br /&gt;
Em relação às fábricas de música - também conhecidas como grandes gravadoras - tudo que elas desejam é poder. Elas nunca vão aceitar o compartilhamento via P2P enquanto ele significar uma forma de escapar dos seus poderes. Por conta dos seus abusos contra as pessoas, elas devem ser abolidas, e este deveria ser o objetivo de todos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;LinuxP2P:&lt;/strong&gt; A Free Software Foundation está trabalhando atualmente na versão 3 da GPL, que eu entendo que vai banir todas as formas de DRM. Um grande conjunto de software P2P existe sob a GNU GPL. A GPLv3 terá algum efeito sobre estes projetos, considerando que alguém pode usar software P2P para baixar arquivos com DRM?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;RMS:&lt;/strong&gt; Isto é um mal-entendido - nós não podemos “banir o DRM”. O que podemos fazer é evitar que software coberto pela GPL seja corrompido em instrumento para implementar DRM.&lt;br /&gt;
A forma pela qual fazemos isso não é restringindo quais tarefas técnicas o programa pode fazer. (Este tipo de restrição poderia tornar o software não-livre.) Ao contrário, nós garantimos que os usuários retém a efetiva liberdade de mudar o software e executar suas versões modificadas.&lt;br /&gt;
Uma vez que o DRM é baseado em restringir o usuário, manter efetivamente a liberdade do usuário impede o DRM. Ou mais precisamente, mantendo efetivamente a liberdade do usuário de mudar um determinado programa impede o uso deste programa para implementar o DRM. Nós não podemos impedir a implantação do DRM de outras maneiras.&lt;br /&gt;
Estas partes da GPLv3 não terão efeito em tais programas, porque eles não são usados para impor Restrições Digitais, e seus desenvolvedores não tentam impedir os usuários de executar versões modificadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;LinuxP2P:&lt;/strong&gt; Nos últimos dois anos, a mídia e o entretenimento independentes parecem ter crescido imensamente. Na semana passada, o CreativeCommons.org ultrapassou a marca de 200.000 [arquivos] mp3 em seu índice. A maior parte da música, filmes independentes estão usando licenças Creative Commons.
Uma grande quantidade de arte independente têm sido disseminada via P2P (Usando sites artísticos legais independentes tais como Jamendo.com e ccMixter.org, bem como manualmente pelos próprios artistas.) Além da [diferença] óbvia, que a GPL foi escrita para cobrir software, que diferenças existem entre o licenciamento CC genérico e a GPL?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;RMS:&lt;/strong&gt; Eu já falei sobre o problema de patentes do formato MP3.&lt;br /&gt;
Como sua pergunta ilustra, as pessoas têm a tendência de desprezar as diferenças entre as várias licenças Creative Commons, juntando-as como se fossem uma única coisa. É tão confuso quanto supor que São Francisco e o Vale da Morte têm um clima similar porque ambos estão na Califórnia.&lt;br /&gt;
Algumas licenças Creative Commons são licenças livres; a maior parte permite, ao menos, cópia literal não-comercial. Mas algumas, como as licenças de Sampling e as licenças para Países em Desenvolvimento, sequer permitem isso, o que as tornam inaceitáveis para uso em qualquer tipo de trabalho. Tudo que estas licenças têm em comum é um rótulo, mas as pessoas geralmente erram ao considerar este rótulo comum como algo substancial.&lt;br /&gt;
Eu não apóio mais a Creative Commons. Eu não posso apoiar a Creative Commons como um todo, porque algumas de suas licenças são inaceitáveis. Seria uma espécie de auto-engano tentar apoiar algumas das licenças Creative Commons, porque as pessoas põem tudo junto; elas irão transformar qualquer apoio a algumas [das licenças] em um apoio guarda-chuva a tudo. Eu, por conta disso, me vejo obrigado a rejeitar a Creative Commons como um todo.&lt;br /&gt;
A Creative Commons publica o número de arquivos de música que são liberados sob licenças Creative Commons que PERMITEM compartilhamento não-comercial de cópias? Se sim, você poderia dar este número?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;LinuxP2P:&lt;/strong&gt; Além da [diferença] óbvia, que a GPL foi escrita para cobrir software, &lt;p/&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;RMS:&lt;/strong&gt; Isto pode parecer óbvio, mas não é verdade. A GNU GPL foi escrita primariamente para software, mas pode ser usada para qualquer tipo de trabalho. Entretanto, seus requisitos são inconvenientes para alguém que precise imprimir e publicar em um livro, de forma que eu não recomendo usá-la para manuais, ou para romances.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;LinuxP2P:&lt;/strong&gt; que diferenças existem entre o licenciamento CC genérico e a GPL?&lt;p/&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;RMS:&lt;/strong&gt; Nada significativo pode ser dito sobre “licenciamento CC genérico” - estas licenças são mais diferentes que similares. O primeiro passo para pensar claramente sobre estas licenças é discutí-las separadamente.&lt;p/&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;LinuxP2P:&lt;/strong&gt; A GPL pode ser aplicada a trabalho artístico? Por exemplo, a maior parte das pessoas que enviam wallpapers para o KDE-Look.org, enviam-nas sob GPL, os termos da GPL ainda poderiam ser aplicados, considerando que isso não é software?&lt;p/&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;RMS:&lt;/strong&gt; Deve existir algum mal-entendido básico aqui. Se um trabalho é liberado sob a GPL, então os termos da GPL se aplicam a ele. Com poderia ser diferente?&lt;p/&gt;
&lt;p&gt;LinuxP2P gostaria de agradecer ao Sr. Stallman por conseguir tempo em sua agenda apertada para participar desta entrevista. Nós desejamos a ele e a FSF a melhor sorte com o projeto da GPLv3 e em todos outros projetos nos quais ele está envolvido. &lt;p/&gt;
&lt;p&gt;Este artigo foi postado em 7 de Fevereiro de 2006 às 22:25, na(s) categoria(s) Linux, Free Software Foundation, Software Livre/Código Aberto. &lt;p/&gt;
http://web.archive.org/web/20060308065744/http://www.linuxdailylog.com/2006/02/linuxp2p-entrevista-richard-stallman.html

&lt;pre&gt;&lt;/pre&gt;


&lt;br /&gt; vídeos incluídos e links corrigidos na atualização de 14/02/2011</content>
</entry>
<entry xml:lang="pt">
  <title>Juliana Barretto</title>
  <link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/02/12/29-juliana-barretto" />
  <issued>2006-02-12T20:32:23+00:00</issued>
  <modified>2006-02-12T20:32:23+00:00</modified>
  <id>http://www.tecladosvermelhos.com.br/antigo/index.php?2006/02/12/29-juliana-barretto</id>
  <author><name>Renam Brandão</name></author>
  <dc:subject>Articulistas</dc:subject>
  <summary>Nossa mais nova articulista. Falta apenas mandar um perfil para colocarmos aqui......</summary>
  <content type="text/html" mode="escaped"> Nossa mais nova articulista. Falta apenas mandar um perfil para colocarmos aqui...</content>
</entry>
</feed>
