Tributo aos meus amigos
Por Juliana Barretto, sexta 07 abril 2006 às 22:41 :: Genéricos :: #36 :: rss
Tantos acontecimentos em minha vida, um turbilhão de alegrias, uma felicidade sem limites, o sorriso transbordando a eternidade, e a razão disso tudo resumida em uma única palavra: amigos.
(Uma benção à vida por constantemente está me presenteando com a felicidade dos antigos e a chegada dos novos).
talvez seja esse o sentido mais puro e casto do amor, descortinado da maneira mais euforicamente singela possível – se é que me entendem, hihihi.
Faço um retrospecto da minha infância, passo pela adolescência, chego à minha juventude (e eu que ouse sair dela!), e percebo que, de fato, meus amigos são a minha base, meu sustentáculo, aqueles que realmente me empurram para a vida.
Sim, não posso negar que já sofri decepções (algumas poucas, verdade), que jamais me queimei de ciúmes ou que perdas nunca existiram. Tampouco poderia me furtar a dizer que – escondida no meu cantinho – já chorei de saudade, assim como me enalteço de êxtase por um telefonema ou mensagem de um amigo distante (distante só aos olhos), pelos beijos e abraços dos presentes e por constantes e eternas declarações de amor.
Se não estão comigo, posso senti-los velando por mim, acalentando meu sono, desejando o meu melhor, brigando quando “tropeço” e, ainda que inconscientemente, curando a minha dor. E, quando assim não é, me ligam, mandam mensagens, scraps, e-mails, estão presentes do meu lado, me fazem companhia e... Sem saber, tornam a minha existência cada vez mais leve, os meus dias cada vez mais tranqüilos, o meu ser cada vez mais forte e imbatível e, por fim, a minha alma cada vez mais agradecida.
É inexplicável o conjunto de sensações... Aquela alegria que ultrapassa as barreiras do inatingível, que é tão poderosa e onipotente a ponto de nos amedrontar. Medo oriundo de uma insegurança que nos leva a pensar que todo esse sentimento é tão bom e perfeito para ser excessivamente real, que pode se esvair a qualquer tempo. Porém, não se esvai!!! Porque, além de perfeito, é íntegro, honesto e verdadeiro – e isso já pude constatar na prática.
Aos 28 anos e ainda - e sempre - aprendendo a viver, já aprendi que sem meus amigos sou apenas um corpo passante, caminhando pela existência sem dela usufruir. Por isso, venho aqui agradecer por vocês, meus amigos, terem se mostrado a mim, por estarem tão intrinsecamente ligados às minhas funções vitais e me oportunizarem o usufruto desse sentimento que faz com que eu – embora imbuída de sonhos, metas e desejos ainda em fase de realização – me sinta plenamente realizada e puramente feliz.
talvez seja esse o sentido mais puro e casto do amor, descortinado da maneira mais euforicamente singela possível – se é que me entendem, hihihi.
Faço um retrospecto da minha infância, passo pela adolescência, chego à minha juventude (e eu que ouse sair dela!), e percebo que, de fato, meus amigos são a minha base, meu sustentáculo, aqueles que realmente me empurram para a vida.
Sim, não posso negar que já sofri decepções (algumas poucas, verdade), que jamais me queimei de ciúmes ou que perdas nunca existiram. Tampouco poderia me furtar a dizer que – escondida no meu cantinho – já chorei de saudade, assim como me enalteço de êxtase por um telefonema ou mensagem de um amigo distante (distante só aos olhos), pelos beijos e abraços dos presentes e por constantes e eternas declarações de amor.
Se não estão comigo, posso senti-los velando por mim, acalentando meu sono, desejando o meu melhor, brigando quando “tropeço” e, ainda que inconscientemente, curando a minha dor. E, quando assim não é, me ligam, mandam mensagens, scraps, e-mails, estão presentes do meu lado, me fazem companhia e... Sem saber, tornam a minha existência cada vez mais leve, os meus dias cada vez mais tranqüilos, o meu ser cada vez mais forte e imbatível e, por fim, a minha alma cada vez mais agradecida.
É inexplicável o conjunto de sensações... Aquela alegria que ultrapassa as barreiras do inatingível, que é tão poderosa e onipotente a ponto de nos amedrontar. Medo oriundo de uma insegurança que nos leva a pensar que todo esse sentimento é tão bom e perfeito para ser excessivamente real, que pode se esvair a qualquer tempo. Porém, não se esvai!!! Porque, além de perfeito, é íntegro, honesto e verdadeiro – e isso já pude constatar na prática.
Aos 28 anos e ainda - e sempre - aprendendo a viver, já aprendi que sem meus amigos sou apenas um corpo passante, caminhando pela existência sem dela usufruir. Por isso, venho aqui agradecer por vocês, meus amigos, terem se mostrado a mim, por estarem tão intrinsecamente ligados às minhas funções vitais e me oportunizarem o usufruto desse sentimento que faz com que eu – embora imbuída de sonhos, metas e desejos ainda em fase de realização – me sinta plenamente realizada e puramente feliz.



Comentários
1. Em sábado 08 abril 2006 às 00:43, por Chris
2. Em domingo 09 abril 2006 às 21:41, por Claudiane Gil
3. Em quarta 12 abril 2006 às 00:48, por Lígia
4. Em sexta 26 maio 2006 às 23:20, por Pedro Carnier
5. Em sábado 03 junho 2006 às 02:46, por Henrique
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